"Somos os Mestres e as Mestras das Minas Gerais .
Somos uma corrente de Pensadores Independentes e Livres , mobilizados por uma Causa Comum .
Queremos a concretização , de fato e de direito , para uma Educação Pública Libertadora e Igualitária , de Qualidade e para Todos .
Queremos o '' Labore Nostru '' de cada dia , árduo , persistente e imprescindível de Operários do Saber , devidamente , Reconhecido e Valorizado .
Hoje , legitimado por Direito e por Justiça."

sábado, 9 de fevereiro de 2013

UMA HOMENAGEM ETERNA... SONHOS E FATOS DO IMAGINÁRIO DA VIDA REAL . 3º CAPÍTULO .


DIVINACIDADE , 08 DE JANEIRO DE 2013 .

SONHOS E FATOS ...  DO IMAGINÁRIO DA VIDA
REAL. 3º CAPÍTULO .

UMA HOMENAGEM ETERNA À AMADA DA
MINHA JUVENTUDE .

Era uma vez ...
Uma moça clara morena mulata da minha juventude .
Professorinha dedicada , amada pelos seus alunos ,
que se encantou por um marinheiro .
Tanto fez e aconteceu e se apresentou faceira ,
que o conquistou .
Namoraram um namoro quente ! ...
E ela nem acreditou , quando ele lhe presenteou
com as alianças do noivado .
O namoro , já , era quente ! ...
O noivado esquentou mais ainda , um noivado quente ! ...
Casaram e ele deu baixa da Marinha
e retornaram para a terra dele .
Ele se estabeleceu professor e os dois começaram
a tocar a vida .
No início as relações afetivas sexuais eram tantas ,
frequentes , amorosas ,
homem e mulher uma só carne .
Buscavamos nós dois amados , ansiosamente ,
às vezes de noite , muitas vezes de dia mesmo ,
fecundar os filhos amados e desejados .
Posso dizer . Posso afirmar .
Que quando voltava para casa , ainda longe ,
feito macho a procura do cheiro da fêmea no cio ,
eu , também , sentia o cheiro do cio da minha amada .
E isso mexia comigo e me excitava , ainda mais ,
às vezes cansado da jornada do trabalho ,
por mais um dia debaixo do sol ,
mas eu esquecia o cansaço e me renovava .
Não tinha fome de comida ! ...
Minha comida era a fome da minha amada .
E eu a comia , carinhosamente , na cama
ou fora dela , em qualquer lugar , a qualquer hora ,
no afeto e no prazer amoroso .
Enchia-lhe de beijos quentes nas suas coxas quentes .
E me debruçava e beijava e sugava ,
mordiscava e lambia
a sua sexualidade pulsando sôfrega palpitando aberta ,
 feito rosa vermelha desabrochada em flor da primavera .
Quando ela estava pronta ,
desejosa de me receber dentro dela ,
eu a penetrava
excitado , com o meu membro viril rijo e molhado .
E ficávamos ! ... E ficávamos ! ... E ficávamos ! ...
E ficávamos fazendo sexo prazeroso e amoroso 
de todos os jeitos e maneiras ,
eu a penetrava ,
carinhosamente , até nos bastarmos e cansarmos .
Para recomeçarmos , outro dia , outra tarde , a qualquer hora ,
quando desse a vontade e o desejo de muito desejar não aguentasse mais ,
olhos nos olhos , abraços apertados , entrelaçados , febril ,
o frenesi de mãos e pernas e de corpos se esfregando 
na excitação da volúpia e do querer 
e quando ela ficasse toda molhada e me abrisse as suas coxas quentes ,
a minha virilidade umedecida e incitada ficasse erétil ,
 novamente , muitas vezes ,
eu a penetrava ,
de muitos jeitos e maneiras , nos modos jeitosos e carinhosos .
Foram três anos nesse “amor leonino”,
voraz , de noite e dia , a qualquer hora ,
para fecundarmos os filhos amados e desejados .
Mas não deu e a frustração foi grande
e , para piorar , ela teve de fazer uma cirurgia ,
onde perdeu parte das trompas e dos ovários .
Suas chances de engravidar reduziram-se
à quase nada mesmo , menos de dez por cento .
E isto começou a matar a mulher quente ,
que morava dentro dela
e matar , também , a mulher mãe decepcionada , frustrada e calada
que , nunca , iria amamentar um filho , fruto e vida do ventre dela .
E nós dois , de comum acordo , buscamos ,
damos os nossos nomes , damos os nossos destinos ,
a quatro crianças , recém nascidas ,
frutos não de ventre dela , mas muito mais , ainda ,
frutos do seu imenso amor parido  no seu próprio coração materno .
Hoje estes frutos se multiplicaram
e temos quatro pedrinhas netinhas preciosas ,
que , só , fazem enfeitar nossas coroas , a dela e a minha também .
Posso afirmar dos filhos , da mãe dedicada , carinhosamente ,
cuidou dedicada e competente
desses quatros rebentos que ela não os pariu 
e nem os teve fetos dentro dela .
Os amou tanto , à sua maneira ,
possessiva , feito galinha choca , que cuida dos seus pintainhos ,
assim foi a minha amada e esposa da minha juventude .
Nada mesmo lhes faltaram , na primeira infância ,
na segunda e na terceira ,
da dedicação materna ,
da minha amada e esposa da minha juventude .
 Os cuidados se redobraram
quando veio a infância , tempo da escola ,
tempo de reafirmar a primeira educação
dos primeiros anos ,
na primeira , na segunda e na terceira infâncias da vida ,
desses quatros rebentos alheios ,
mas frutos dos rebentos do nosso amor e do meu amor por ela .
Veio a fase da adolescência , veio a fase da juventude ,
e continuaram os cuidados maternos ,
da minha amada e esposa da minha juventude .
Quanto a qualquer outro casal do lar , vieram os problemas ,
que nos absorveram tempo e dor .
Procuramos entender o inusitado e perdoamos num imenso perdão
e continuaram os cuidados maternos ,
por esses filhos problemas resolvidos , filhos entendidos e perdoados ,
da minha amada e esposa da minha juventude .
E eles cresceram e foram .
Deu certo , não deu certo . Tanto faz ! ...
Mas o amor falou mais alto , outra vez ,
no coração daquela , da minha amada e esposa da minha juventude .
Continuou com os mesmos cuidado maternos
e , hoje , ela cria quatro novos outros rebentos , 
desta vez rebentos não tão alheios assim ,
das três filhas do seu coração , com os mesmos desvelos e afetos ,
iguaizinhos  e redobrados de trinta e quatro anos atrás ,
a minha amada e esposa da minha juventude .
É a “mamãezinha” das quatros netinhas , de todos os dias .
Todos os dias ela dá-lhes os banhos diários e cuidadosos .
Todos os dias penteia lhes os cabelos , caprichosamente .
Todos os dias vesti-lhes as roupas limpas , cheirosas e perfumadas .
No afeto e no amor lhes prepara as comidinhas de todos os dias
e as envias limpas e cheirosas para a escola ,
nesta tarefa e rotina de todos os dias ,
a minha amada e esposa da minha juventude .
Tudo isso e muito mais , tão somente ,
para aguardar no final do dia aqueles quatros passarinhos ,
retornarem ao ninho e ao colo e aos abraços afetuosos ,
da minha amada e esposa da minha juventude .
Que lhes prepara os lanches , ensina-lhes os deveres de casa
e com beijos , sermões e bênçãos ,
depois de escovarem os dentes , as coloca , 
essas quatro pedrinhas netinhas preciosas nas camas ,
a minha amada e esposa da minha juventude .  
Findou mais uma jornada estafante ,
a mil por hora , desta que tudo dá ,
feito fêmea ciosa e cuidadosa por suas crias
e , agora , ela cria , ainda ,
feito fêmea ciosa e cuidadosa essas novas crias ,
a minha amada e esposa da minha juventude .
A rotina tem se repetido amanhã
e , com certeza , vai se repetir depois de amanhã
e serão muitos anos , ainda , pela frente ,
nesta vida de abnegação e amor ,
vida e sofrimentos , desprendimentos de todos os dias ,
da minha amada e esposa da minha juventude .
Só uma coisa nos faltou e tem nos afastado ,
a grande pena , a grande mágoa , a minha e a dela ,
maior frustração , é apenas uma só ,
que não fomos mais felizes , homem e mulher uma só carne .
Na cama , no sexo prazeroso ,
que foi perdendo o seu encanto , saiu da rotina
e perdeu , finalmente , os atrativos e os apetites sexuais ,
das muitas alegrias e das muitas satisfações do passado ,
da vida e laços uma só carne , homem e mulher .
Mas ficou o mais importante ! ...
O respeito . O diálogo .
Dois pilares únicos , que fazem uma relação familiar ,
ou tanto qualquer outra relação , de negócios ou de acordos ,
indiferentemente , de homens ou de mulheres ou de ambos , durarem tanto .
Nos respeitamos muito fora da cama ,
que na cama não existe mais nada mesmo , 
mas não há o desrespeito e nem há a infidelidade ,
e , mesmo porque , não dormimos juntos mais , 
debaixo das mesmas cobertas .
Nos falamos muito nos diálogos a dois , ainda , homem e mulher ,
juntos na mesmas intenções
e , mesmos  separados na cama , combinamos nossas palavras e ações
nos mesmos rumos e nos mesmos propósitos .
De acabarmos de criar as quatro pedrinhas ,
rebentos preciosos das nossas coroas e netinhas dos nossos corações .
Pois , já , lhes damos os nossos nomes ,
agora , queremos dar-lhes os nossos destinos .
Dar-lhes o nosso afeto e bem querer na vida .
O dela e o meu , do nosso amor ! ...
Dessa que , nunca , deixará de ser ,
em vias de quaisquer percalços ou vicissitudes do amanhã e do depois ,
será , sempre , a minha amada e primeira esposa ,
a companheira da minha juventude .

Assinado : mestresdasgerais . [ homem amoroso e fiel ]




quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

"Memórias Póstumas de um Louco e Apaixonado!..." CANTO , SÓ , MEU ... PRO MEU SOSSEGO ... ONDE SOU ... SÓ ... EU MESMO ... 13ª SEÇÃO .

DIVINACIDADE , 07 DE FEVEREIRO DE 2013 .

CANTO ,  , MEU ... PRO MEU  SOSSÊGO ...

ONDE SOU ...  , EU MESMO .... 13ª SEÇÃO .

 “Carta à Minha Amada Imortal” – 6ª Carta .

Memórias Póstumas de um Louco e Apaixonado.
Aqui jaz um amor que nem nasceu ,
não viu , não sentiu a luz do sol ,
nem oportunidades teve de se expressar
para a sua pretensa amada ...
Aqui jaz um louco amor incendiado ,
tão somente , por um simples sorriso ,
que no seu entender lhe disse tudo ,
mas só para a ventura , mas só para a desdita ,
que nada lhe sobrou para lhe acalentar
os seus olhos sequiosos , hoje , apenas secos
dos desejos frustrados e cortados ,
já , no nascedouro desta paixão não correspondida ...  
Aqui jaz um terno e único amor ,
oferecido sem igual e sem medidas ,
sem hora ou tempo para acabar ,
mas sob juras e sob promessas
para varar a eternidade ...
Aqui jaz um amor despudorado , belo ,
sem vergonhas ou sem arreglos , não pediu licença ,
foi entrando , sem mais aquela ,
na vida da pretensa amada e devastando
e lhe propondo e lhe provando tudo ,
restrito nas possibilidades e na razão ,
que , com certeza , daria certo ,
contra tudo e contra todos , das incertezas alheias ,
ou para os espantos , ou para os assombros
dos espectadores desavisados , ou inconformados ,
ou preconceituosos e mesmos invejosos ...
Aqui jaz um amor inteiro , verdadeiro e único ,
colocado na palma da mão da pretensa amada e pretensa estrela vespertina,
colocado no condão mágico da magia encantada ,
colocado em fios de ouro nas salvas de pratas
este amor cristal límpido e transparente ,
que , agora , ofuscou-se lhe a luz e a claridade
e a pretensa amada e estrela vespertina , já , se foi ,
o condão mágico quebrou-se e acabou-se a magia e se lhe perdeu o encanto ,
os fios de ouro se romperam , de vez , nas salvas de pratas
e o amor cristal perdeu o brilho e a transparência ,
despencou-se ao chão e se partiu
em infinitos pedaços , que fica difícil ,
um dia , junta-los e reconstituí-los ...  
Aqui jaz um amor compungido , doído ,
que tem levado seu dono ao desespero e a dor tem sido tanta ,
que a própria dor vai se encarregando de amortecer
aos poucos e anestesiar a mesma dor ,
que o tempo tem se encarregado , também ,
de completar a tarefa , serenando os ânimos
e sossegando essa dor insana do dono desse coração ...
Aqui jaz um coração arrancado
do peito e juntamente com as lembranças da sua pretensa amada ,
último recurso encontrado pelo dono ,
para se esvaziar e desalojar esse inquilino amor concebido 
e que não deu certo e foi deixado extirpado e violado ,
insepulto à beira da estrada ,
juntamente com as recordações da pretensa amada para secar ao sol
e o vento e o tempo se encarregarão de varrer o resto ,
em deteriorar a memória esquecida , póstuma
desse coração inveterado e louco de paixão ...
Aqui jaz o infindável de muitas coisas que ,
já secaram todas as lágrimas derramadas , ou ainda por serem derramadas ,
já secaram todas as palavras escritas , ou ainda por serem escritas ,
já secaram todos os argumentos questionados na razão e no irracional ,
ou ainda por serem questionados na razão e no irracional ,
já secaram todos os arranjos do possível e do imaginável apresentados
e perpetrados na boa fé e na inocência ,
 ou ainda por serem apresentados  
e perpetrados na boa fé e na inocência ,
já secaram todas as loucuras da razão , bem como ,
todas as sensatezes da demência , vida real e vida mirabolante ,
ou ainda por virem vida real e vida mirabolante ,
já secaram todas as vontades de persistir e não desistir
e ficar sempre tentando e batendo às portas
deste pretenso coração alheio feminino ,
mas tudo isso , também , já são águas passadas , tempos cansados ,
ou ainda por virem águas passadas , tempos cansados ,
já secaram todas as tristezas havidas e , ainda , por haver ,
já secaram todas as mágoas sofridas e , ainda , por sofrer ,
e , agora , já não interessam mais ,
ou ainda por virem ou serem repetidas e sofridas ...
Onde as vistas não puderam alcançar ,
onde as mãos não puderam nem tocar ,
onde não foram apercebidos os cheiros
e nem ao menos o calor daquele corpo desejado ,
onde nenhuma palavra foi dita ,
onde a vontade insatisfeita findou e morreu,
onde lhe bateram a porta na cara ,
onde lhe escorraçaram o sonho ,
feito cachorro sem dono ,
onde nem ao menos lhe quiseram ouvir ,
onde nem tentaram lhe enxergar a alma oferecida de peito aberto ,
onde um simples NÃO dito franco nos olhos
bastaria o suficiente e com isso encerraria o equívoco dessa estória
e ele levaria , sem mágoas ou ressentimentos ,
as lembranças com carinho e no afeto daquele sorriso ,
e mesmo assim , embora rejeitado estaria feliz com aquela 
pretensa amada ,
que , um dia , não lhe quis e não poderia ter sido , de jeitos e maneiras , 
a sua amada imortal ...
E com isso , aqui hoje e agora , já bastaria o bastante
para esse amor bastardo e infeliz aborto concebido
e , só , largado , jogado fora insepulto naquilo
que um dia , simplesmente , aqui jaz a loucura e paixão ...

Caros Leitores e Afetos dos Corações Femininos ! ...

O personagem ,  agora frustrado ,
definitivamente ,
pega a sua viola , mete na sacola ,
sacode a poeira da adversidade e da dor ,
pois , encontrou ferrolhos e portas trancadas ...
Vai-se embora e está saindo da vida daquela pretensa amada ,
definitivamente ,
que um dia lhe encantou os olhos ,
mas , com certeza , não terá sido ela , ainda ,
aquela sua amada imortal ...
O personagem persistirá e vai acreditar ,
que , um dia , há de surgir aquela , a sua alma gêmea ,
a luz para os seus olhos e o encanto da sua vida ,
estrela vespertina dos seus dias tardios ,
o anseio dos seus desejos .
Aquela que será capaz de enxergar e ler a sua alma , 
livro aberto do homem , totalmente ,  amoroso 
e desvendar os segredos do peito aberto , 
que moram dentro do seu coração ...
Finalmente ! ...
Aquela que vai apaziguar a sua  alma e sossegar o seu coração ...
_ Do personagem , é claro ...
Viu ? ... Corações Femininos ! ...

Assinado : mestresdasgerais . [ agora , nem louco e nem apaixonado ,  apenas e simplesmente , lúcido e acordado ! ... ]